O aeroporto de Joanesburgo é simplesmente ENORME. Mas tratei já de bater bastante perna lá dentro, pra não me perder mais tarde. Uma coisa muito legal/estranha que acontece na travessia do oceano é a mudança de fusos horários. Cheguei às 2 da manhã em Joanesburgo, e tinha sol alto. É que são 5 horas a mais, por isso. Bem estranho. E, por falar em estranho, vou falar do povo. Eita gente esquisita. De certo eles acharam a minha moda e o meu cabelo ridículos também, mas azar. Passaram umas 3 mulheres de burca preta, e quase que eu fiz o barulhinho de língua do Clone, mas vai que eu apanho né. Vi japoneses (ou chineses, tailandeses, sei lá, mas muitos), brancos, negros, amarelos, roxos... tinha de tudo! E as línguas que falam, que bacaaaaaaaaaaaana. Eu entendo o que eles falam em inglês, mas os demais idiomas, boio geral. Até teve um tio que me cumprimentou, daí eu não entendi nada, e só levantei a mão e disse “Opaa”. Tem muita gente fina (no sentido de legal) por essas bandas, principalmente a Natalia, uma sul-africana que eu vim conversando no avião, e o tiozinho do check-in, que quis que eu ensinasse ele a pronunciar os meus dois sobrenomes. Levei um tempo até ele entender a diferença do “r” em CasagRande e Rosso. Esqueci de dizer que passei mal com a refeição do avião, tinha uns temperos estranhos, e um gosto diferente. Felizmente consegui descontar no aeroporto de Joanesburgo [apagar]
Detalhe para o "descontar" na última frase. huahauuhahau. =*****
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