A mesma companhia aérea South Africa me levou a Maputo. Não tive dificuldades, porque tudo é simples e há placas e sinalizações por todos os lugares (só no aeroporto). Quando peguei a minha mala (graças a Deus sem estar quebrada e/ou violada), fui em direção à saida do aeroporto. Encontrei com o pessoal da AIESEC me esperando! E também a Maiara, minha partner de Criciúma. Todos extremamente queridos e receptivos. De cara, o Hussein (um dos membros Aiesec) e a Maiara, me levaram pra andar de Chapa, uma espécie de van, que corre pela cidade recolhendo pessoas e as levando a um certo destino. A chapa é sempre lotada (lembrei do Amarelinho), muito antigas e enferrujadas. Foi legal essa experiências, o primeiro contato (de verdade!) com a população moçambicana. Fomos até o alojamento, ver como eu ia ficar acomodada. Tudo é muito simples, são quatro beliches, para, agora, 8 meninas. São 4 intercambistas: eu, Maiara, Sara (de Portugal) e Chersley (da Inglaterra), e 4 meninas de Moçambique, que estão fazendo cursos aqui perto. Cada uma tem um armário, pra organizar suas coisas da maneira que quiser. O diretor do alojamento veio me visitar, e logo vi que é um cara bem exigente, mas é bem legal. Deixei tudo meio organizado, e saímos de novo. Fomos a um barzinho encontrar a roda de amigos, que fui apresentada. Tinha membros da Aiesec, outros intercambistas e outros colegas. Conheci o Nuno, que, assim como a Sara, é de Portugal, o Bruno, que é de São Paulo, o Cristiano e a Jéssica, de Minas Gerais e a Taís do Rio Grande do Sul. Todos muito legais! Tomei cerveja moçambicana, chamada 2M, e achei muito boa. Tomei também Laurentina preta, que é a cerveja escura deles. Meio estranha, me lembrou café. Comemos uns sanduíches prensados de queijo, porque a fome tava pegando valendo. Marcamos de fazer safari no dia seguinte, já que todos estavam de folga. Para isso, tínhamos que descansar bem, e voltamos ao alojamento pra dormir.
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